Bem-vindos à terapia do Futuro acontecendo agora! Multiterapia Legítima By Lou de Olivier
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Multiterapia tratando TOC:

Apesar da terapia cognitiva comportamental ser considerada como a melhor escolha (existem estudos que defendem arduamente a terapia como primeira escolha). no tratamento do TOC (há relatos de ser mais efetiva que as intervenções farmacológicas, com melhora por longos períodos de tempo e baixas taxas de recaída), na verdade, poucas pessoas beneficiam-se dessa técnica, devido ao alto custo (cada sessão com um bom profissional não custa menos que quinhentos reais) e considera-se “terapia breve” o período médio de um ano, então um tratamento neste nível custa o equivalente a um carro popular zero Km. 

Frisando que aqui se relata o tratamento com um profissional qualificado e devidamente treinado. É possível encontrar profissionais que cobram quantias irrisórias por sessão mas também acabam “tratando” o paciente pelo resto da vida sem, de fato, resolverem seus traumas e limitações e sem curar seus distúrbios, o que, sem dúvida, fica bem mais caro do que uma terapia considerada breve, descrita anteriormente. Mas este é assunto para outro artigo… 

Há alguns anos, eu desenvolvi um tratamento intitulado “Multiterapia” que, além da terapia comportamental, engloba muitas técnicas de terapias diversas, e que pode adaptar-se a cada caso em especial. Isso veio a acelerar e melhorar muito os resultados dos tratamentos não só do TOC, mas de outros vários distúrbios. O tratamento (totalmente eficaz) pode ser feito em um prazo médio de três meses o que, sem dúvida, significa uma grande conquista. Vale lembrar que esse tratamento não dispensa o acompanhamento psiquiátrico, especialmente nos casos mais graves. Mas a Multiterapia pode ser grande aliada ao tratamento medicamentoso e não da forma como geralmente é feito em que apenas o tratamento farmacológico freqüentemente representa o principal tratamento da maioria dos pacientes sofrendo de TOC, devido ao menor custo e a rápida resposta. Mas deve-se levar em conta que os medicamentos tratam o distúrbio como um todo, com ênfase nos sintomas, retirando características (consideradas) boas do distúrbio além disso, dependendo do histórico do paciente, podem viciar e causar dependência pela vida toda, ou seja, o que parecia mais barato e fácil, torna-se caríssimo não só pelo medicamento que será usado talvez pela vida toda, mas pelas seqüelas que poderá causar (dependência, lentidão, necessidade de aumento das doses). 

Então, há dois pontos a definir aqui: 

O tratamento farmacológico deve ser indicado nos casos mais graves. E a Multiterapia pode ser grande aliada ao tratamento. (este artigo segue descrevendo tipos de pacientes e medicamentos e só pode ser lido no livro citado abaixo, para que se evite mal entendidos e/ou auto medicação) 

Devido ao despreparo de alguns profissionais de Saúde e a inexistência de equipamentos realmente precisos, o diagnóstico demora em média, dois anos. Ou seja, a partir da primeira consulta, geralmente com um pediatra (no caso de crianças) ou clínico geral (no caso de adultos) até se chegar a um profissional que detecte de fato o TOC, perde-se aproximadamente dois anos. Dependendo do despreparo e da desinformação dos envolvidos, esse período até o diagnóstico pode chegar a 5 anos e isso acaba contribuindo para o agravamento do distúrbio que, enquanto não é devidamente diagnosticado, obviamente segue sem nenhuma medicação ou tratamento de nenhuma espécie.

Enquanto os casos severos de TOC exigem tratamento farmacológico aliado a terapia, outros respondem somente com medicamentos e outros com TCC, mas levam anos para mostrar resultados (alguns estacionam, mas não regridem), a Multiterapia vem acelerando os resultados, diminuindo o tempo de tratamento. Como o tratamento é artesanal, ele se molda ao caso especifico e pode acelerar o processo de diagnostico e tratamento. E, sem dúvida, é bem melhor passar por um profissional que, logo no início, já sugira o distúrbio e encaminhe para exames e profissionais habilitados do que ficar “pulando” de profissional em profissional até conseguir um diagnóstico.

Deve-se entender que cada caso é um caso e que pode haver a possibilidade de um paciente não responder a Multiterapia ou a qualquer outra terapia, mesmo a farmacológica. São casos raros, mas existem. 

OBS: Vale lembrar que o método da Multiterapia, a princípio criticado e motivo de muita polêmica, só começou a ser aceito no país, depois que muitos pacientes vieram de outros países – especialmente França, Portugal e Inglaterra – tratar-se com Lou de Olivier. Isso aliado a algumas merecidas premiações no exterior, fizeram com que o método fosse mais respeitado e aceito no Brasil, o método acabou sendo muito procurado por pacientes esgotados por outros tratamentos longos e ineficazes.

Esse assunto é melhor esclarecido no livro: “Distúrbios de aprendizagem/comportamento”, editora WAK, nas melhores livrarias.